Um turbilhão de ideias.
Um furacão de sentimentos.
É um fervilhar que queima a alma.
E doí. Doí muito.
Eu amo-te. Sem razão. Sem consciência. De corpo e alma. Por inteiro.
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domingo, julho 31
Só de nós.
Se tu és dono dela
e ela é dona de ti
Se tens vergonha dela
e ela também de ti
Então és dono dela
e ela é dona de ti
E cada amigo dela faz nascer o mal que há em ti
Se tens vergonha do que fazem só os dois
Se tens vergonha do que fazem só os dois
De cada amigo dela vem-te o medo que a façam depois
Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti
Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti
Então o que ela quer tu crês que também podes querer para ti
e ela é dona de ti
Se tens vergonha dela
e ela também de ti
Então és dono dela
e ela é dona de ti
E cada amigo dela faz nascer o mal que há em ti
Se tens vergonha do que fazem só os dois
Se tens vergonha do que fazem só os dois
De cada amigo dela vem-te o medo que a façam depois
Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti
Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti
Então o que ela quer tu crês que também podes querer para ti
domingo, fevereiro 1
Ai que estou a delirar
Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar
Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para
assustar
Já vejo a vida a fugir
Da força de resistir
Já não consegue respirar
Do céu eu vejo descer
O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para
assustar
Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para
assustar
Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...
Impressionar...
Visões ficções (cliquem para ouvir)
António Variaçõs
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terça-feira, novembro 11
muscle museum
She had something to confess to but you don’t have the time so look the other way you will wait until it's over to reveal what you’d never shown her. Too little much too late too long trying to resist it.. You’ve just gone and missed it. It's escaped your world can you see that I am needing, begging for so much more than you could ever give and I don’t want you to adore me, don’t want you to ignore me when it pleases you and I’ll do it on my own
I have played in every toilet but you still want to spoil it to prove I’ve made a big mistake. Too long trying to resist it, you’ve just gone and missed it.
quinta-feira, maio 15
(verdade) nua e crua.
Tenho saudades dos nossos encontros corpo a corpo.
Nu.
Lembra-me outra vez porque tivemos que parar?
Oh, é verdade... estava a (des)fazer-me em amores por ti.
Já cortámos "isto" em dois. Só falta esquecer, Jeremias.
Dá-me a tua melhor faca para cortarmos isto em dois e amanhã esquecer.
Dá-me a tua melhor faca para cortarmos isto em dois e amanhã esquecer.
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rendez-vous au prochain règlement
Queria morrer afogada em música, em praia, em séries, em viagens e por fim, em amor. Ainda quero. Num canto qualquer do mundo. Mantêm o pés no chão, Cass e trabalha para isso. Sai dessa inércia que te suga dia após dia. SAI!
quarta-feira, maio 14
sábado, abril 26
quarta-feira, abril 9
Quando uma música fala por nós.
É bom ser teu amigo mas igualmente bom ser teu amante
Cantiga de Amigo, B Fachada
segunda-feira, março 3
terça-feira, fevereiro 25
Convite
E mais uma noite de insónia quando eu preciso de dormir. Se, ao menos, fosse produtiva mas nem isso. O meu cérebro foca-se nas coisas triviais mas que me dão um gozo enorme. Não me deixa dormir. Fico nesta corda bamba. E tu, oh tu! Sacana de um raio. Gosto disso. És terrível. Gosto disso. Posso ser "estranha". Posso atrofiar com alguém. Claramente, eu gosto disso. E acredito que é recíproco. E sim, eu aceito o teu convite para jogar!
sábado, fevereiro 15
domingo, fevereiro 9
caminho
Desde oito de junho de 2010 que ando nestas andanças. Ausento-me por longos períodos mas acabo sempre mas sempre por voltar. É o bem que isto me faz. Liberta-me, seja a Cassandra, o pseudónimo, seja a outra do mundo não virtual.
sábado, fevereiro 8
engole sapos
Precisamos dos outros. Temos que obrigatoriamente aguentar os outros. Não dá para viver/sobreviver sem teres que depender de um certo modo de alguém. Desde à pessoa que dá emprego à pessoa que compra o que vendes. Desde os teus pais ao gato gordo que nos aquece no Inverno. E só esse factor gera mil e um conflitos. E porra estou cansada de conflitos. Okay, eu não ouvi o que disseste enquanto ia no elevador rodeada de gente com conversas paralelas. Okay, tu soubeste lembrar-me das compras, dos ganchos que precisavas à última da hora e que eu fui desenrascar-te. Fui despedir-me de ti porque apesar de no momento estar fula contigo, não consigo ignorar-te a esse ponto. Esqueces-te das malas e eu não ouvi o que disseste. E hoje todo um desenrolar de situações levou a conflitos, a resposta na ponta da língua e a ser intransigente. Odeio ser intransigente. E tudo porque dependias de mim para que as coisas se desenrolam-se na tua vida. E foste, oh foste um pouco ingrata. Eu podia ignorar-te mas não o fiz porque és a minha irmã, a que eu irei proteger mesmo estando fula até à ponta dos cabelos contigo. E colocares a culpa em mim?! Uma má decisão. Muito má decisão. Agora, aguenta e cara alegre!
sexta-feira, novembro 1
já (...)
Estava eu quase a começar a estudar quando decidi vir ao blogue e tive a feliz ideia de ir ver o post deste mesmo dia mas do início do blogue... tinha 3 posts mas este é definitivamente o que ainda se traduz actualmente na minha vida. Afinal o tempo não mudou muita coisa ...
« Já não acredito em finais felizes. Já não acredito em 'felizes para sempre'. Já não acredito facilmente nas palavras, elas podem esconder a face mais horrível de uma pessoa. Já não acredito em Deus. Já não acredito na força de vontade. Já acreditei mais em 'mudar'. Já fui influenciável. Já sei em quem confiar a minha vida e por quem devo colocar as mãos no fogo. Já sei que as pessoas são egoístas e que nada fazem pelos outros sem que isso também os favoreça. Aprendi com a minha mãe a dar sem esperar que devolvam mas durante muito tempo chorei por quem não devolveu o que eu lhe dei e não pedi pela mesma medida. Já li e criei contos de fadas. Já me partiram o coração com a mais pequena mentira mas que pôs em questão tudo o que eu tinha definido e acreditado. De mim, só podem esperar 'porquês'. De mim, não devem esperar nada até eu dar mas depois não acreditem que o faça 'sempre'. Já fui uma cabra insensível e tratei pessoas abaixo de cão mas hoje, acredito que mereciam! Já ignorei a ajuda de pessoas que apenas queriam o meu bem. Já aceitei a ajuda de pessoas que apenas tencionavam empurrar ainda mais para baixo no buraco. Já errei e irei errar sempre. Irei sempre errar na escolha e decisão mas hei-de sempre resolver à minha maneira e de maneira a que chore o menos possível. Já fiz tanta coisa e apenas me arrependo daquelas em que magoei terceiros desnecessariamente. Não me arrependo de me magoar, de bater com a cabeça pois só irei aprender com isso e sobreviver. Já acreditei cegamente em alguém que me manipulou mas também se arrependeu de tal coisa. Simplesmente, deixei de acreditar em certas coisas e noutras acredito cegamente mas sei que mais cedo ou mais tarde, irei constatar que fui, mais uma vez, iludida! Aquilo que julgava que era, revelou-se. Iremos sempre errar. Estou farta de ter medo mas há coisas em que temos que acertar à primeira pois está em jogo o nosso futuro, a nossa vida. Está em jogo tudo o que é precioso e de ouro para mim. Por último, já não acredito em promessas e é, neste ponto que me arrependo mas apenas, já não consigo acreditar!
E é assim que irá ser. »
Cassandra Lovelace
domingo, outubro 27
cliché de tempo e amor
"Num suspiro, ela recorda cada momento como se a vida dela fosse acabar naquele momento. E sorri com tudo o que chorou e sorri ainda mais com todo o sorriso que lançou ao mundo e que lhe foi retribuído. E assim, ela sabe que viveu."
E é verdade quando dizem que não damos pela felicidade, que ela é momentânea porque só damos conta que ela esteve no nosso coração quando os olhos choram de desgosto. É da natureza humana só dar valor quando já passou. Quando já está num passado e não muito recente mas já passou e o ser humano arrepende-se! Do que fez, do que não fez e mesmo até do meio que fez, do "podia ter dado mais", do "talvez isto não é o meu melhor", do "talvez seja mais forte do que penso" ...
E tal como só nos lembramos de um bom argumento após a discussão ter passado... só nos lembramos de fazer isto ou aquilo por outro caminho quando percorremos todo o outro caminho e deu errado mas, infelizmente e normalmente, não podemos voltar atrás e refazer esse caminho. Mas (como sempre há um mas), há situações em que damos tudo de nós mas mesmo tudo de nós e o feedback que recebemos é negativo e saber que demos tudo!? Eu cá duvido de mim mas se calhar, na verdade eu fiz tudo o que havia a fazer e a outra pessoa perdeu essa oportunidade. Se voltaria a fazer o mesmo ou mais (sim, porque tinha muito mais para dar!) ?? Não sei. Não sei porque a outra pessoa foi-se. Foi-se da minha vida e agora já não sinto tanto a falta dela... Como em tão pouco tempo, tive que criar uma outra rotina que não a que eu conhecia e fazia com gosto. Como em tão pouco tempo, o meu mundo deixou de te incluir nele. Passaste para fora do meu círculo. E lamento! Lamento que não me tenhas aproveitado como sempre quis que o fizesses. Eu podia dar-te tudo! Eu era realmente tua (que cliché!). Agora eu sinto que dei tudo e que nada voltou a mim. Sinto que não voltarei a entregar-me assim a alguém... Não estou traumatizada mas foi demais. Expus-me demais e saí a perder. Como se alguém saísse a ganhar no que toca ao amor... Que tola a ideia do que é o amor. Agora, apenas crio amizades e cuido das que já tenho... Mas eu sei... eu sei que vivi e ainda vivo.
Cassandra Lovelace
domingo, setembro 22
Panorama geral
Chegar à cidade foi um alívio. Senti-me bem. E eu que, no ano lectivo anterior quase que chorava por ter que sair de casa, no domingo, saí sem qualquer vontade de ficar. Acho que há um meio-termo para tudo, um momento para tudo e o meu momento de voltar à universidade tinha chegado. Estava preparada para a fase mais decisiva do meu percurso académico.
Esta semana passou num instante. Quando dei por ela, já estava a voltar a casa. Foi uma semana de aulas, conhecer novos professores, voltar a encontrar os "velhos", encontrar os meus colegas, dos quais já sentia uma enorme saudade, voltar a encontrar a minha madrinha e restantes mestres que marcaram o meu ano de caloira e por fim, receber com um sorriso na cara e batons e vernizes na mão, os Caloirinhos! Foi realmente estranho estar do outro lado a ver o cenário. Só me passava pela cabeça - ainda há pouco tempo era eu de joelhos! - e não consegui evitar sentir a nostalgia, a saudade e o orgulho que a praxe me incutiu pelo meu curso, pela escola e por fim, por mim mesma. Aprendi a orientar o meu tempo, a conciliar estudo com festas, aprendi a viver sozinha...
Só me falta uma coisa neste panorama... a pessoa que embarcou comigo para esta aventura na cidade, a pessoa com quem mais desabafei sobre injustiças, sobre problemas, a pessoa na qual confio de olhos fechados... apenas, não és mais o meu namorado. És apenas um amigo! E custa-me imenso dizer isto. Na verdade, eu tenho saudades tuas. Impossível não ter. E pela primeira vez na vida, eu sinto-me sozinha. No entanto, estou sempre rodeada de amigos, amigos que sempre tiveram e tem algo a dizer, tanto de bom como de mau. Amigos que são os melhores... Mas tu, eras tu, Tarzan. Não consigo explicar mas sei que o sinto e que é um sentimento doloroso, demasiado doloroso.
E daqui a umas horas voltarei à cidade, já tenho trabalhos para fazer, já tenho que estudar e não posso deixar atrasar porque este semestre é só de 9 semanas (e já passou uma!) e entro logo em estágio! Deus queira que entre... isso significa que passei a Enfermagem Médico-Cirúrgica! Vou tentar não deixar este blog ainda mais ao pó... virei pontualmente, até porque quero ler quem sigo. E até à próxima porque não sei quando faço outro post ;)
Sempre vossa, Cassandra L.
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