terça-feira, dezembro 20


a Vinte de cada mês, parabéns a nós meu amor @

segunda-feira, dezembro 19

beber, jogar, f*der


«O que é que um homem pode fazer quando oito anos de um casamento sólido e feliz culminam num divórcio amargo e litigioso? Como é que um homem assim pode redescobrir a sua virilidade, depois de anos de serões culturais, workshops de culinária e tardes de fim-de-semana passados às compras com a mulher? Só há uma solução: Beber, jogar e… bom, divertir-se o mais possível. Bob Sullivan era um marido fiel e dedicado até ter sido bruscamente abandonado pela mulher. Farto de ser o bom da fita, Bob decide gastar o dinheiro que lhe sobra (entre as contas do advogado e a pensão de alimentos) a viajar pelo mundo, a divertir-se e a dar cabo de alguns neurónios. Deixa a sua casa em Nova Iorque para ir beber até cair para o lado, na Irlanda, jogar dia e noite nos melhores (e piores!) casinos, em Las Vegas, e deliciar-se com os prazeres (não culinários) da carne na Tailândia. Depois de uma vida inteira a ser responsável, seguro e previsível, Bob decide entregar-se às suas fantasias mais loucas. Afinal, qual de nós nunca sonhou entrar num concurso de atirar facas à porta de um pub em Dublin? E o que poderá ser mais excitante do que ganhar uma fortuna num jogo de cartas para a perder logo a seguir com uma aposta completamente descabida num jogo de futebol? E quem sabe que prazeres se poderão desvendar numa cabana tropical nas profundezas de uma floresta tailandesa? Beber, Jogar, F*der é uma narrativa surpreendente, cheia de humor e deveras inspiradora, que revela como as mais profundas transformações espirituais também podem advir de comportamentos menos espirituais!»

Que acham, para oferecer ao namorado? Aceito sugestões!

Nem perdida nem achada, VI


« 6
Lila
Ouvi uma voz exaltada. Disse ao meu cliente que ia à casa de banho e tentei ver o que se passava! Vi um homem a falar com a Cassie mas chamava-lhe Alice. Será que era algum conhecido dela!? Como ele me pareceu bastante exaltado, decidi aproximar-me.
Cassie- Lila! O que fazes aqui?
Pareceu-me bastante surpresa por me ter visto e tentou disfarçar, respirando três vezes como fazia para se controlar.
Lila- Está tudo bem? Este senhor está a incomodar-te?
John- Olá, sou o Rui. Não, estávamos só a trocar ideias sobre qual seria o melhor sitio para estarmos.
Lila- De certeza que é isso, Cassie? (aproximei-me dela e sussurrei) Ele chamou-te Alice!
Cassie- Está tudo bem, Lila!
John- Então esta é que é a famosa Lila? E onde está a Shelly?
Cassie- Sim, Lila. Onde está a Shelly? Precisamos de falar. Eu, tu, o Rui e a Shelly.
Lila- Antes de descer para a cave, vi-a com um dos teus amigos, Rui.
John- Ah, sim. O Sam! E estás a divertir-te com o mais porco dos meus amigos?
Lila- Cala-te. É preciso. Se é preciso, faz-se! Bem podia ser ela a chupar-lhe a pila mas não, está aqui no paleio!
Cassie- LILA!
O Rui atirou-se a mim como uma águia se atira à sua presa. Quando dei por mim, estava no chão e ele estava em cima de mim, a chamar-me todos os nomes e mais algum. E por cima dele, estava a Cassie a gritar com ele!
Cassie- John! Larga-a! Ela falou por falar. LARGA-A JOHN!
Ele acalmou-se e eu levantando-me meia tonta gritei.
Lila- Então? Ele, afinal é John? Então, Cassie ou melhor, será Alice?
Cassie- Cala-te! Fala baixo. Temos que encontrar a Shelly. Este é o John, o meu irmão!
Lila- O teu irmão? Oh Cassie, sabes o que acontece se o Chen descobre?
Cassie- Sim, eu sei! Por isso, é que temos que sair daqui!! O mais depressa, possível.
Lila- Mas como?
Cassie- Antes demais, temos que encontrar a Shelly!

Com a Shelly

Shelly- Sam, quando ele acordar vai procurar-me!
Sam- Então temos que o prender! Arranja-me umas cordas e depois de amarrado iremos escondê-lo no seu escritório!
Shelly- Não! Não pode ser! Além de ele, temos que ter cuidado com o Jen!
Sam- Oh shit. E além dele, os guardas. Foda-se. Olha, deixamo-lo aqui e vamos procurar os meus amigos! Onde achas que podem estar?
Shelly- Bem, eu vi a Lila a ir com um dos teus amigos para a cave e pelos gestos que a conversa entre a Cassie e o outro teu amigo, estavam a ter … Cá para mim, estão na cave!
Voltamos para trás. O ambiente no bar estava igual como se nada passassse. Mas tudo se passava! A minha vida estava prestes a mudar e tinha que fazer tudo como deve ser.
Shelly- Sam, coloca a tua mão no fundo das minhas costas. Quando chegarmos ao pé do guarda, sorri para ele e apalpa-me!
Sam-Okay, vou tentar ser convincente.
Conseguimos passar e enquanto descíamos os degraus ouvi a Lila e a Cassie a discutirem e ao pé delas estava o homem que estava com a Cassie antes de ter tentado fugir.
Cassie- Shelly?
Ainda nem tínhamos acabado de descer, ela apenas ouvia os nossos passos.
Shelly- Sim, sou eu. Temos MUITO que falar!
Lila- Sim, temos. Que raio de noite!
Assim que cheguei ao fundo das escadas, vi o espectáculo que se passava!
Shelly- Que raio se passa aqui?
Cassie- Acho melhor irmos para um quarto. Onde estavas, Lila?
Lila- Ah, esqueci-me complemente dele. Bem, sigam-me.
Seguimos a Lila pelo corredor e virou à direita, três ou quatro quartos depois e lá estava um rapaz de boa constituição, todo nu … em cima da cama. E assim que viu tanta gente para assistir, embrulhou-se um dos lençóis.
Lila- Se fosse a ti, não fazia isso! Veste-te. A party acabou.
Curtis- John? Sam? Que raio estão a fazer aqui? Já não se pode comer uma gaja em paz?
Assim que a Shelly e a Cassie entraram, mudou o discurso.
Curtis- Hey? Orgia? Nem pensar!! Vão para outro lado.
John, abraçando a Cassie- Curtis! Cala-te. Esta é a minha irmã, Alice!
Cassie- Curtis? Oh meu deus! Não te lembras de mim?
Curtis- Sim, lembro do quanto tu me perseguias e querias um beijinho meu. Ainda queres, doçura?
John- Não fales assim dela!
Curtis- Então, como é que vieste aqui parar? Tens a noção do quanto toda a gente sente a tua falta? PORRA, NÓS FIZEMOS-TE UM FUNERAL!
O Curtis passou de humor brincalhão para mostrar que estava magoado e a Cassie/Alice, simplesmente engoliu em seco e nada pôde dizer em sua defesa mas mesmo assim, decidiu justificar-se.
Cassie- Estou arrependida mas nunca tive maneira de voltar para casa! Nunca!
A Lila e a Shelly colocaram-se, estrategicamente a seu lado. Queriam mostrar que a defendiam e além disso, que também queriam sair dali!
John- Então, Alice, tens algum plano?
Alice- Não faço ideia. Um de vós podia chamar a policia. Conseguiríamos fugir e fechar este antro de uma vez por todas mas teríamos mesmo que fugir, se não iremos presas.
John- Então, o plano é este.
Em conjunto, decidimos que um deles provocaria uma luta no bar e isso provocaria que se chamasse a polícia. Fariam que a polícia visse a cave mas antes teríamos que sair pela porta da frente.
O Curtis ficou responsável pela luta. Só poderia ser ele.
Bateu nalgum rapaz e a rapariga que estava no bar, na sua perfeita ‘inocência’ chamou a Polícia! Assim que a Polícia, entrou o Curtis fugiu em direcção à porta que dava em direcção à cave. Os guardas estavam todos confusos e o Curtis conseguiu com que um ou dois polícias, o suficiente para que vissem a cave. O Curtis saiu pela janela e foi para o carro e lá dentro já se encontravam todos.
Curtis- Oh miúdo, nunca foi tão fácil! Vamos embora. O mais rápido possível!
O John ligou o carro e saímos dali. Nós saímos dali!
A Lila chorava, a Cassie sorria triufante e a Shelly beijava o Sam!
Cassie- Já chega de nomes falsos! Acabou-se os nomes falsos. Bem, o meu nome verdadeiro é Alice.
Lila- O meu verdadeiro nome é Margaret mas podem chamar-me Maggie.
Shelly- O meu verdadeiro nome é Emma.
Uma nova etapa da nossa vida iria começar. Poderíamos perseguir os nossos tão esperados sonhos e cheios de pó pelo tempo que estiveram na gaveta. Juramos manter o contacto através de cartas pois apesar de ser um passado que queríamos esquecer foi graças a termo-nos conhecido que conseguimos aguentar cada dia! Era algo que deveria permanecer no nosso futuro, a nossa amizade! O John sorria radiante por ter a irmã de volta e ao mesmo tempo, babava-se para a beleza pura de Maggie. Dormiram na casa de Curtis e de manha, Alice fazendo a sua rotina, ligou a televisão e sentou-se no sofá embrulhada na toalha, acabada de sair do banho. A colher que levava os cereais à boca, ficou paralisada com a notícia de última da hora.

Agora em directo, do Bar mais conhecido aqui da zona de Sintra. O Bar Energia acabou de ser fechado e tudo porque ontem houve uma luta o que levou a polícia ao local do incidente. O que não esperavam era que a luta os ajudasse a conhecerem o lado obscuro do Energia. Como vêem várias mulheres estão a ser escoltadas a casa e o filho do dono do Bar acaba agora de ser algemado e levado para prestar declarações. O que não se esperava deste fim atribulado, foi a morte do dono do Energia. Chamavam-se Chen e tentou fugir à polícia mas a fuga acabou em tragédia com o despiste do mesmo acabando por ter morte imediata.

A imagem do Jen a ser preso atingiu-me como uma bala! Não tinha pensado nisto. Entretanto a Emma entra na sala.
Emma- Será que ouvi bem?
Alice- Sim, ouviste!
Emma- Estou tão feliz! Eles realmente mereciam! Finalmente, um final feliz mas sem fim porque temos muito para viver e muito para visitar! Alice, estamos livres, finalmente!
Alice- Sim, pois estamos.
A sua voz não mostrava entusiasmo e previ logo que ainda o amava.
Emma- Alice, tu ainda o amavas?
Alice- Secalhar, sim. Secalhar, não! Como é que posso amar alguém que me prendeu?
Tenho de o esquecer mas antes tenho que falar com ele. Tenho que o fazer!
Emma- Não, Alice! Não o faças! Só irá ser pior para ti! Agarra nas tuas coisas, vai ver os teus pais. Esquece esse Homem! Mereces mais e melhor! Tal como eu encontrei. O Sam é perfeito. Tu irás encontrar alguém assim, acredita!
Alice- Não sei. Eu só quero é recuperar o meu sonho. Quero concentrar-me no meu sonho e não sei o que fazer.
Continuaram as duas a falar sobre um possível futuro durante horas e acabariam por decidir sair da cidade ao fim da tarde. »
(continua)

domingo, dezembro 18

Nem perdida nem achada, V


Nem perdida nem achada IV
« 5
Era uma noite como todas as outras mas tudo iria, supostamente mudar. Lembro-me que estávamos as três estranhamente bem-dispostas, parece que já estávamos a adivinhar o que aí vinha! A noite já ia, sensivelmente a meio quando entrou um grupo de homens. Nessa noite, não estávamos no palco por isso, misturávamos-nos no meio dos clientes, bebíamos à conta deles e nada mais que isso. Só quando um homem nos agrada-se, que nos fizesse esquecer que estávamos ali para nos vender é que os encaminhávamos para a cave, apesar de no fim, eles nos pagarem. Mesmo assim, era diferente. Não estávamos marcadas e poderíamos ser nós próprias e se não levássemos ninguém ao nosso interior não eramos castigadas por isso! Era quase como se fosse uma noite de folga. Como dizia, um desses homens do grupo sentou-se ao lado de cada uma de nós.

Shelly
Era um homem realmente atraente. Diferente da clientela velha e antiga que costumava aparecer todos os santos fins de semanas. Foi realmente revigorante ser elogiada e seduzida por um homem quase da minha idade e além disso, nós realmente conversamos! Sim, nós falamos e foi a melhor noite que tive em toda a minha vida! Os outros homens apenas se interessavam em tocar-me, em dizer-me o quanto gostariam de fazer sexo comigo e este? Apenas se interessava em saber se preferia ir a Londres ou a Holanda! Entre saber se prefiro leite natural ou com chocolate ... quente ou frio! Não sei. Ele quis saber o que gostava ou deixava de gostar e o melhor? Não tentou fazer sexo comigo. Apenas falamos, bebemos e dançamos! Quis ir com ele para outra discoteca ... uma que não tivesse amigas minhas a despirem-se mas como sempre, o Chen barrou-nos e afastou-o de mim! Ele nem tinha percebido que fazia parte delas até que tentei sair dali com ele.
Sam - Ahaha, nem acredito que fui encontrar alguém assim aqui!
Shelly - Assim, como?
Sam - Tão inteligente! Arrogante, dona do seu nariz! Se me dissessem agora que trabalhavas aqui, a despir-te ... eu não acreditaria!
Deixei de sorrir. Senti uma espécie de facada no peito e ele percebeu.
Sam - Estás bem?
Shelly - Vamos embora! Tiras-me daqui?
Sam - Sim, claro!!
Assim que ele proferiu a palavra-chave, agarrei na mão dele e saímos pela porta detrás do palco. O Sam só fazia perguntas e eu estava a ficar louca por não poder respondê-las. O meu cérebro apenas pensava na Lila e na Cassie e como poderia levá-las também quando tentei abrir a porta e não consegui. Sam tentou arrombá-la mas nada!
Chen- Que raio pensas que estás a fazer, Shelly?
Sam- Shelly? Oh e também és Emma? Quero dizer, é o teu nome do meio,certo?
Chen - Ah coitadinho! Pensou que aqui a boazona era uma rapariga normal! Mas não! Ela trabalha para mim e não pode sair daqui a não ser que tu pagues bem por ela ir contigo para casa!
Shelly - Desculpa, Sam. 
Sam - Então, é verdade?
O Chen, que estava parado ao fundo do corredor, tomou uma atitude e dirigiu-se a nós e Sam não pensou duas vezes. Espetou-lhe um murro que o deixou estatelado no chão.
Sam- Já estava farta de o ouvir! Que idiota! Ele obriga-te a trabalhar para ele?
Shelly - Sim, obriga. E o meu nome é mesmo Emma. O Shelly é que é o falso. Desculpa não ter te dito.
Sam - Sim, claro. Antes de te apresentares, dirias 'hey, trabalho aqui, falas comigo?'. Seria tudo diferente. Não te daria sequer oportunidade para que fosses tu mesma!

Entretanto com a Cassie
Descia cada degrau a pensar de como estaria a Lila e a Shelly a safarem-se. Com um ou dois toques de conversa descobri que o homem que tentava levar-me para cama era meu irmão. Foi um choque tremendo. Convenci-o a irmos para a cave para podermos conversar mais à vontade e sem sermos interrompidos e nunca desconfiariam que ele era o meu irmão. Vamos recuar uns meros quinzes minutos para perceberem.
Estava no balcão e pedia um vodka redbull quando, sinto um toque.
Rui - Hey, importaste que te pague a bebida?
Cassie- Claro que não. Já agora, sou a Cassie.
Rui - E eu, sou o Rui. Não quero estar-me a meter mas posso perguntar-te algo?
Cassie - Sim, claro.
Rui - Estás a gostar da noite?
Esbocei um sorriso e, - Sim, estou e tu?
Rui - Também. Então e és daqui da zona?
Cassie - Sim, sou e tu?
Rui - Nunca te vi por aqui. Moro ao pé do teatro.
Cassie - Isso é porque trabalho aqui e que fazes da vida?
A cara dele mudou completamente mas ao avaliar-me tornou a sorrir e deve ter decidido que não era demais continuar a falar comigo.
Rui- Vim para aqui quando era pequeno.
Cassie- E onde estavas antes de vires para aqui?
Rui - Em Angola.
Observei-o melhor. Conseguia ver os olhos cinzentos do pai e o sorriso harmonioso da mãe!
Cassie - John?
Rui - Não! Sou o Rui!
E ali estava o meu irmão mais velho! O tom de voz e indignado que usou denunciou-o. Era mesmo ele.
Cassie - John, sou eu. A tua irmã!
John - Não! A minha irmã morreu à muito tempo!
Cassie - Olha para mim!
Comecei a limpar a base, a tirar o batom dos lábios e a limpar os olhos. Quando percebeu que era eu, a sua adorada irmã, abraçou-me! Senti o seu rosto molhado nos meus ombros. 
John - Alice!? Oh meu deus, Alice!! Que raio estás tu aqui a fazer? Os pais pensam que estás morta!!
Cassie - Cala-te! Fala baixo. Alinha no que eu faço!
Beijei-lhe a face e dei-lhe a mão e ele seguiu-me. O guarda que estava á porta, olhou-nos e então John colocou o braço em volta de mim e comentou o quão boa eu era e ele abriu a porta. Descemos cada degrau em direção à cave.
John - Desculpa ter dito aquilo mas assim ele deixou-nos passar.
Cassie- Eu disse para alinhares comigo, não disse?! Estava a falar disso!
John- Como vieste aqui parar? Porque nunca fugiste? Porque nunca nos telefonaste? PORQUE?
Cassie- Hei-de responder a um pergunta de cada vez mas primeiro tiras-me daqui?
John- Isso nem se pergunta duas vezes! Que tal agora, Alice?
Cassie - Não, John! Não me trates por esse nome! Cassie! Antes que alguém te ouça.
John - Ok, Cassie! Que tal agora?
Cassie- Não pode ser! Não sei quando é melhor. De noite, o Chen está a contar connosco para estarmos sempre aqui e de dia, estamos vigiadas a toda a hora! E tens que levar também a Lila e a Shelly!
John- NÃO! Só tu, Alice! SÓ TU!

(continua)

you can't hate the ones who made you


You get me on the edge of my seat
I bite my tongue so you don't hear me
I wanna hate every part of you in me
I can't hate the ones who made me

sábado, dezembro 17

A inspiração vai voltar e sabem porquê? Porque vou estar duas semanas sem vê-lo. Nem na passagem de ano. Por isso, queridos seguidores, cuidado pois vou voltar em grande ;) Tenciono acabar a 'Nem perdida nem achada' ainda antes do fim de ano. Já está tudo pensado só falta a inspiração que há-de vir. Só preciso de ter o coração aconchegado!

ps: Lançamento do 1º periodo: 13/14 a Matemática (graças a um épico 19 no último teste!); 13 a Química e 12 a Biologia com bastante pena!

quarta-feira, dezembro 14

é pela boca que morre o peixe.


És tão menina do teu nariz. Preocupada e comedida em ti mesma. Se calhar, apenas me vejo em ti mas com a derradeira diferença ... Eu preocupo-me com os outros e depois sim, me dou ao luxo de um momento de egoísmo ... Um egoísmo falso. E é por aí que o peixe morre. Pela boca. E é por esta minha característica que hei-de sofrer as facadas nas costas, ter feridas no coração e ironia, sarcasmo e arrogância em mais que quantidade que baste. 
Cassandra em ti e nas minhas palavras.

segunda-feira, dezembro 12

domingo, dezembro 11

Foda-se, eu é que sei!
Estás bem?
Sim, estou.
Não, não estás.