domingo, abril 29

Já não é a primeira vez que me seguras a cabeça. Maldito Álcool 

sexta-feira, abril 27

Adoro quando tiras a mão do volante, a pousas na minha perna e encontras a minha mão.

2am

Hoje estou cheia de amor e Tarzan, gostaria de o partilhar contigo depois das duas da manhã  ♥

quarta-feira, abril 25

- desafio - O regresso

A Emilie Lorena do blogue la mécanique du coeur lançou um desafio aos seus seguidores que consistia em continuar um parágrafo que escrevera e decidi abraçar este desafio e aqui está o meu contributo e carinho para ela ;)


"A porta abriu-se e ele saltou do sofá impelindo por uma força que desconhecia:
- Por onde andaste este tempo todo? - perguntou inquieto, com o coração descompassado e os sentimentos confusos. Um tímido sorriso foi ao encontro do seu olhar e o medo desvaneceu.
Ela voltara, mesmo tendo dito que não o faria. Voltara para o conforto dos seus braços e nada, nem ninguem, a tiraria de lá.
Abraçou-a e sem conseguir evitar, a sua mente viajou até àquele dia:
"-Vou-me embora. O meu lugar já não é aqui.
- Não vás. Pelo menos sem me dizeres o porquê.
- É melhor não saberes.
- Porquê? Eu quero remediar os problemas.
- Lamento mas já fizeste demais. Adeus"
Ela saíra pela porta fora, e permanecera ausente durante o que lhe parecera anos. Mas ali estava, sorrindo, abraçada a ele. Ainda com o coração apertado da ausência dela, tentou absorver o seu cheiro, sentir o macio da sua pele, mas algo o impedia de se sentir completo. Era como se parte dela não estivesse lá. Pareceu-lhe menos real que ao inicio quando ouvira a porta abrir, fazendo aquele chiar tão típico. Largou-a e quando esperava ouvir a voz dela, acordou. Ainda sem abrir os olhos lançou a sua mão para o lado direito da cama e o vazio tocou-lhe nos dedos. Ela não tinha estado lá. Ainda não tinha chegado o dia do regresso.

Frustrado, levou as mãos à cara e escondeu-se. Estava a ser estúpido! Ela foi e não vai voltar. "Ela abandonou-te, mete isso na cabeça." - Puxou as mantas, aconchegou-se pois um frio atravessou-lhe o coração e decidiu voltar a adormecer pois ainda nem a metade da noite ia. Rebolou na cama, bufou e pregou pragas à mulher que se foi embora com o seu coração. Decidiu levantar-se. Já sabia o que fazer. Dirigiu-se à cozinha, tirou um copo do armário, encheu-o de leite e colocou-o no microondas. Sentou-se frente a este e ficou a observar o copo a rodar irrevogavelmente até que ouviu o 'plim' característico que o dava como pronto. Com o copo na mão, preparava-se para se dirigir para a sala quando é barrado por um corpo humano.
O copo caí instantaneamente. Os vidros espalham-se entre o espaço vazio que os separava e Tomás não reage ao que se apresentava aos seus olhos. Sofia começou a reclamar com os estragos e pelo meio, escapava  um pedido de desculpas. Ali entre a porta da cozinha e da sala, Tomás com um braço afastou Sofia que agora refilava sobre o quão caro eram os sapatos e dirigiu-se para o quarto. Mecanicamente, Tomás foi seguido pela Sofia. Ela, já farta da atitude dele gritou o seu nome. Tomás, virou-se e apenas disse: 
- Acabei de sonhar contigo e agora estás aqui. Hoje dormes no sofá. Agora deixa-me pôr as ideias no lugar.
Sofia ficou boquiaberta e ainda tentou reclamar mas Tomás fechou-lhe a porta na cara não lhe dando oportunidade de ripostar. Irrevogavelmente, dirigiu-se para o sofá e assim que se sentiu quente e aconchegada, adormeceu. Enquanto isto, Tomás deitado na cama, fechava os olhos, esperava uns minutos, de seguida, abria os olhos e dirigia-se à porta para espreitar para o buraco da fechadura e ali estava o corpo dela, ali estava o amor da sua vida, deitado no sofá. Observava o seu peito a subir e a descer, o que significava que respirava, Sofia estava bem viva e dormitava no seu sofá. Tomás bufava e confuso voltava à cama e repetia o mesmo processo de fechar os olhos, abri-los e de seguida, observá-la pela fechadura e em todas as vezes que repetia o processo chegava sempre à mesma conclusão: Sofia tinha voltado.
Eram 8 da manhã, quando Tomás se levantou. Abriu a porta do quarto, dirigiu-se para a casa de banho mas para efectuar tal trajecto tinha que atravessar a sala de estar. Tentou não olhar o sofá mas foi mais forte que ele. E como sempre, ele estava vazio. Confuso e pensando que estaria a enlouquecer, começou a murmurar sozinho:
- Tu precisas é de sair de casa, Tom. Tom, não. Tomás! A Sofia é que te apelidava de Tom. Perde esse hábito. Ela não está, como vês o sofá está vazio. Lava a cara, faz as tuas necessidades, lava as mãos e vai tomar o pequeno-almoço.
Agora, dirigindo-se para a cozinha e ainda ensonado, pisou algo húmido e sentiu de seguida de uma dor. Fixou o chão. O seu sangue misturava-se agora com o leite derramado. Farto do que se passava à sua volta, virou costas àquele cenário e foi para o quarto. Cobriu-se com o edredão esperou que tudo passasse sem que ele mexesse um dedo!
Enquanto Tomás travava uma luta consigo mesmo, Sofia acordou com os primeiros raios de sol que atravessaram a janela, decidiu espreitar pelo buraco da fechadura da porta do quarto do ex-namorado, suspirou e sorriu. Decidiu fazer-lhe o pequeno almoço e sabendo como ele é, não teria nada no frigorífico por isso dirigiu-se de imediato à mercearia que ficava ao fim da rua.
Entrou na mercearia com um sorriso de orelha a orelha, confiante de que quando chegasse a casa, Tomás a receberia de braços abertos e pronto a perdoá-la. A D.Clementina assim que viu Sofia a entrar pela sua porta, dirigiu-se a ela clamando:
- Sofia, minha querida. Há quanto tempo! - abraçando-a e dando-lhe um beijo em cada bochecha redonda.
- D.Clementina, como está?- retribuindo-lhe os beijinhos.
- Estou muito bem, minha filha. Agora conta-me, conta-me porque razão saíste daqui do bairro? Porque deixaste o Tomás? Desde que saíste daqui que ele está de rastos, vêm aqui à mercearia de pijama, todo mal cheiroso, compra cervejas e só porcarias. O Sr.João, dono do video-clube comentou comigo que ele só aluga filmes para chorar. Vêm aqui com o seu olhar triste e coração partido. Sofia? Estás a ouvir-me?
Sofia ao ouvir o discurso da senhora, o seu pequeno coração apertou-se, sentiu-se mal pelo sofrimento que causou a Tom.
- D.Clementina, eu voltei para remediar tudo. Agora, pode ajudar-me a escolher a melhor fruta, o melhor leite, o melhor pão e o melhor doce de tomate para fazer o melhor pequeno-almoço para o Tomás?
- Oh minha querida, não te preocupes. Vamos lá então!
Da mesma maneira em que a senhora tirou o humor a Sofia, lhe restabeleceu a esperança de que Tomás a iria perdoar quando ela lhe explicasse as suas razões ... depois claro de tomar aquele pequeno-almoço divino. Um Homem pensa melhor com a barriga aconchegada.
Com a carteira mais vazia mas de coração cheio de esperança, Sofia voltou a subir a rua com dois sacos pesados, um de cada lado e até chegar ao apartamento, viu pessoas que perdeu de vista por quase um ano e pensado melhor faz exactamente, um ano que saiu de malas feitas rumo a Paris. Já frente à porta, pousou os sacos e tirou as chaves da mala. Abriu a porta e de sacos já na mão, empurrou a porta com o pé. Deu poucos passos até ver um rasto de sangue que daria ao quarto de Tomás. Pousou os sacos em cima da mesa da sala e entrou de rompante no quarto do Tomás:
- Tomás, Tomás! O que se passa? Tomás!!
- És mesmo tu ou estarei maluco? - replicou, virando-se de barriga para cima para poder deslumbrar a sua presença física.
Sofia, avançando para poder se sentar na cama - Sim, sou eu, Tom.
- Fica onde estás, Sofia. Porque razão estás aqui?
- Vim fazer-te o pequeno-almoço, meu tonto.
- Não preciso que me alimentem. Eu faço-o sozinho. Onde andaste este tempo todo? Aí não te preocupaste em fazer-me o pequeno-almoço! Em acordar-me todas as manhãs com café quente acabado de fazer, com o som da torradeira e até mesmo com o som da tampa do frasco do doce de tomate. Onde andaste tu, amor da minha vida?
- Estive em Paris. - murmurou, Sofia com medo da sua reacção.
- Era a nossa viagem, lembras-te?
- Sim, eu sei mas eu tive que ir sem ti.
- Porquê, Sofia? Porquê?
- Isso não interessa! Interessa é que voltei, meu amor. Voltei para te fazer o pequeno-almoço para o resto da tua vida. Eu tenho certezas, agora estou pronta para nós.
- Pois mas eu se calhar não estou. Um ano é muito tempo. Não posso mentir mas posso afastar a pessoa que me faz sofrer. Não tens noção de quantas noites fiquei acordado, esperando-te. Não tens noção de quantas vezes fazia as refeições a contar contigo e até punha a mesa a contar contigo. Foi um ano em que estiveste fora... Partiste o meu coração. Mereces que parta o teu!
- Não sejas tão duro.
Tomás assim que ouviu o descaramento de Sofia, levantou-se de uma só vez e dirigiu-se a passos largos na sua direcção, obrigando-a a recuar até se encostar ao armário. Respirando devagar, esperou uma reacção por parte de Tomás e Ele apenas a olhava confuso, franzindo a testa até que as palavras lhe saíram:
- Sabes que ... que, magoaste, não sabes?
- Calculo, Tom mas voltei par
- Cala-te! - clamou - Não voltes a usar esse nome. Por favor, doí tanto!
- Mas eu estou aqui agora.
- Sim, eu sei mas eu também te queria aqui durante o ano que passou. Aquele em que desapareceste sem uma única explicação.
- Por favor, pará de bater nessa tecla! Não nos leva a lado nenhum!
- A meu ver, leva. Eu quero uma explicação antes de que perca a cabeça e acabe por me render ao teu cheiro, à tua pele que está mais luminosa do que nunca, aos teus lábios que parece que gritam por mim. Estou a tentar resistir-te porque além de te amar ainda quero saber se ainda me amas, as tuas razões e o principal: ver se estás a mentir.
Sofia aproximou-se dele, ficando à distancia de um nariz dos lábios dele. Tomás, instantaneamente, recuou e pediu-lhe para que saísse pois não tinha mais nada a dizer-lhe.
- Tomás, queres provas?
- Sim, Sofia. Eu quero provas irrefutáveis.
- Irás ter mas para isso tens que estar disposto a um banho, retocar essa barba desajeitada, vestir-te e também a aproveitar um dia de sol. Dá-me esta oportunidade, Tom. Só te peço isto! Dá-me esta oportunidade de te mostrar que continuo apaixonada por ti.
- Ok, Sofia. Agora, dá-me uma hora - rosnou, virando-lhe as costas e dirigindo-se para a casa de banho para um longo banho de imersão.
Sofia, radiante dirigiu-se para a cozinha, limpou os estragos que o copo de leite provocou e pegou nos sacos para preparar o pequeno-almoço. Preparou tudo numa travessa e decidiu não esperar a tal hora que Tomás lhe tinha pedido. Decidiu agarrar na travessa e entrar pé ante pé no quarto dele, encontrou as suas roupas em cima da cama e ouviu água a mexer na casa de banho. Nem bateu à porta:
- Hey meu amor, como já estava pronto decidi não esperar.
- Não posso respirar um pouco, Sofia?
- Pronto, ficas aqui com isto e eu vou-me embora.
- Não! Fica aqui comigo.
- A sério?
- Sim. Podes começar a contar-me tudo, S.
- Mas não há nada par..
- Creio que sim, S. - interrompeu Tom. Ele procurava explicações e ela não iria fugir com o cu à seringa.
Sofia, sentou-se na sanita, aclarou a voz e demorou a começar a discursar mas uns minutos a observar Tom, fê-la ganhar coragem pois ele merecia uma explicação:
- Eu acordei e não fazia sentido continuar ali contigo. Decidi ir porque Paris nunca foi nosso. Já era meu e eu tinha que lá ir sem ti, deixar-te seguir a tua vida. Acordei, olhei para ti e vi que não me merecias, que não te merecia pois és demasiado bom para mim. Demasiado real e tive medo. Simplesmente, fugi e entretanto fiz vida lá, arranjei um emprego, subi na empresa e agora que estou concretizada profissionalmente, senti um vazio. Decidi voltar mas ver-te assim partiu-me o coração. Como o copo de leite.
- Tal e qual... Eu caí e parti-me. Estou a juntar os meus pedaços e agora é que voltas? Foste egoísta! Então, quando voltas para Paris?
- Pois. Terei que voltar. Será demais pedir para voltares comigo?
Tom imergiu de repente, sem pré-aviso. Sofia, em pânico levantou-se de um salto e tentou puxá-lo para cima, chamando-o ininterruptamente. Tomás puxou-a contra ele. Os dois mergulharam na água quente com espuma a dificultar a visão para o fundo da banheira. Sofia, em pânico emergiu:
- Estás parvo ou quê?
Tom vendo a sua Sofia, a cara que ela fazia quando ele fazia asneira, o cabelo a escorrer água, a roupa molhada e colada ao corpo que mostrava os seus mamilos salientes e os lábios húmidos, teve um flash rápido de momentos que passaram e aquela cena não lhe era estranha e como tal, ele sabia o fim daquele momento ... Sem hesitar, puxou-a para si e envolveu-a com os seus lábios e instantaneamente a sua mente viajou para aqueles dias de solidão, para aqueles dia de coração partido, mente desarrumada e sem amor-próprio. Aquele beijo não lhe soube a nada. Não lhe aqueceu o coração como já aqueceu em tempos, não lhe deu vontade de sorrir como dantes. Foi um beijo sem sentimentos, um beijo sem borboletas no estômago, apenas um beijo. Afastando-a disse-lhe:
- Desculpa, Sofia.
Tom olhou Sofia e viu o seu sorriso, sentiu o coração dela a bater no seu peito descompassadamente e viu que ela ainda o amava mas infelizmente, ele já não a amava. Ele estava curado.
- Desculpa pelo quê, amor? - disse, Sofia com o coração cheio de esperança.
- Estou curado, Sofia. Não senti nada! Não precisas de justificar-te, eu já não te amo.
- Mas podes voltar a amar-me, já o fizeste uma vez Tom - reclamou Sofia, aterrorizada.
- Sim, eu amei-te mas magoaste-me! Não acreditaste no sentimento que tinha por ti, não acreditaste no quanto eu te amava e agora vieste tarde demais. Seca-te e sabes onde é a porta de saída, presumo.
- Mas, não posso desistir assim!
- Podes sim! Tal e qual como desististe à um ano atrás. Enche os pulmões de coragem e fá-lo de novo! E agora já não te amo, não tens razões para ficar por isso vai-te embora, Sofia!
Com dificuldade, Sofia saiu da banheira. Procurou uma toalha, embrulhou-se nela e fez o mesmo caminho que tinha feito no dia em que saiu daquela casa, sem olhar para trás, com as lágrimas a cair e com a esperança de ficar curada"

terça-feira, abril 24

mood of today





Tonight we are young, so let's set the world on fire, we can burn brighter than the sun
Just carry me home tonight, baby

Random Generation

«Vai para o teu quarto, arruma a secretária, faz a tua cama, agasalha-te, come uma peça de fruta, não faças perguntas inconvenientes, estuda, tem juízo, evita as más companhias, faz os trabalhos de casa, não digas disparates, respeita os mais velhos, não converses com estranhos, não venhas tarde e não faças asneiras
OU...
Arruma o juízo, respeita os disparates, evita velhos inconvenientes, não chegues tarde às asneiras, faz os trabalhos de cama, estuda as más companhias, come a secretária, agasalha uma peça de fruta, faz um estranho e não venhas no teu quarto.»



Fiquei apaixonada por este anúncio desde a primeira vez em que o vi!

sábado, abril 21

- Minha feiiia
- Psiuu, sou uma princesa - rodopiando e gargalhando.
- Sim, és. A minha princesa!

sexta-feira, abril 20

It's kind of a funny story


É um bom filme para relaxar. Tem sido difícil para mim. As expectativas que têm de mim estão numa fasquia alta e o medo de não corresponder faz-me ser trapalhona e esquecer tudo o que aprendi. É como se ... nem sei! O que importa é que vai passar ... certo!?

quinta-feira, abril 19

The Vow

Nunca gostei de romances mas este atraiu-me pelo trailer. Acabei de o ver e ainda estou com o coração apertado. E se um dia me esquecesse de tudo sobre nós? Ou acontecesse contigo ... Será que voltaríamos a estar juntos? Talvez, se estivermos destinados um ao outro. Eu amo-te meu amor

terça-feira, abril 17

mood of today


'O quanto eu gosto de ti , e que eu morra aqui se um dia eu não te levo à América"