quinta-feira, agosto 30

O sorriso quando entras pela minha casa a dentro e o abraço que amainam as saudades... Obrigado por teres aparecido assim, do nada. 

Desafiado por Emilie Lorena

Um dos meus seguidores, Emilie Lorena (cliquem e deliciem-se num mundo de fantasia e amor!) lançou o desafio de escrevermos uma carta a jeito de continuação à história 'Do outro lado do fumo' que surgiu após o fim da 'Entre fumos'. É apenas para darmos o nosso contributo e aqui está o meu, Emilie! Espero que gostes, darling. És um mimo de se ler por este mundo que é a blogosfera.

"Antes de pegar em algo credível para guardar num envelope, dei por mim a deixar pequenas frases em guardanapos de café, em algum pedaço velho de jornal ou até mesmo na parte de dentro da minha mão esquerda. A mão que suportou o anel, objecto que mostra ao mundo o nosso amor e juro, meu anjo que não preciso de um anel para mostrar-te o quanto eu te amei, amo e amarei. És o que sou. Quando chegaste à porta da minha vida, eu era um simples transeunte que boiava à superfície da terra. Eu apenas caminhava, sem rumo e refugiando-me na noite e foi assim que O Acaso cuidou para te trazer a mim. Trouxe-te a mim pelo meio que eu agora mais rejeito e repugno. Tirei-nos dessa vida mas as consequências vieram mais tarde... Aquela noite fatal em que eu falhei contigo. Irei sempre culpar-me! Como pude ser tão cobarde e egoísta? Eu devia ter-te impedido! Eu devia ter te acompanhado e mostrado que aquele ambiente já não era nosso, já não nos corria nas veias... O nosso tempo nesse ambiente tinha acabado! Era tempo de alegria e de luz do Sol e não de noites sem fim e dolorosas. Noites que agora te meteram a sete palmos de terra de distância de mim. O que me impede de cavar e me juntar a ti, é o nosso rebento. O rebento do nosso amor. A personalidade dela está a formar-se e tem traços teus. A teimosia, a maneira como aborda as pessoas para ter o que deseja, o olhar quando vê que as palavras não irão adiantar. A maneira de andar e de estar perante o mundo, é totalmente igual a ti, meu amor. Eu prometo-te que irei protegê-la do mundo. Irei mostrar-lhe a hipocrisia, falsidade e a corrupção que corre nas veias do mundo. Irei dar-lhe armas para ela se defender.. como sarcasmo e ironia. Ela irá ser capaz de escolher a dedo os amigos apenas confiando no seu instinto e como sempre, é capaz de se enganar mas aí eu estarei presente. Não serei cobarde! Eu, o amor da tua vida, estarei lá para ensinar a nossa filha a levantar-se do chão com um sorriso na cara e pronta a enfrentar o mundo. Irei limpar cada ferida, cada ombro deslocado ou até mesmo cabeça partida. Irei educá-la e tu verás do sitio onde estás, em paz de que a tua filha irá ficar bem mesmo que rodeada deste mundo empestado. E é este o meu objectivo. Cuidar da menina que me faz lembrar-te! Oh, como ela corre e descobre o mundo e ela sorri, inocente e ignorante à crueldade que o mundo lhe reserva. As lágrimas já borbulham nestes meus olhos castanhos. Os olhos que olharam por ti e que te amaram. Como tenho saudades tuas, meu anjo. Ainda sinto o teu cheiro no fato. Ainda consigo imaginar o teu sorriso a formar-se. Não quero esquecer-me. Não quero estar tão ocupado com o mundo e com o trabalho que acabe por esquecer-me dos teus traços de menina. Eu sei que um pedido de desculpas não irá trazer-te de volta mas irá amainar a minha dor. Desculpa por ter sido cobarde e tremido como varas verdes no momento em que mais precisaste de mim e agora, pagas a conta errada e eu, terei que viver com a culpa da tua morte mas, meu amor irei transformar esta culpa em força, em sorrisos, em tempo e em paciência para cuidar da nossa filha como planeávamos nas nossas noites insones. E quando a minha tarefa estiver cumprida, juntarei-me a ti! Que a velhice me leve a ti de consciência tranquila e de coração ainda cheio de amor para te dar. Porque assim que for ter contigo, teremos todo o tempo do mundo."
Cassandra Lovelace

domingo, agosto 26

Onde andas tu?

Pegar no carro e vir ter comigo é uma das coisas que mais anseio que faças. A mensagem 'Estou a sair daqui' e meia-hora depois o toque da campainha soa estridente e curto.
Ainda nem abri a porta e já anseio por ti. Vou sempre sofrer por antecipação. Já tenho o melhor sorriso comigo, aquele que tu desenhas no meu rosto, Tarzan com o teu amor por mim, a tua Cas.
O beijo do reencontro, o ouvir da tua voz, sentir o teu toque é renovador e reconfortante. Alimenta a minha alma. Protege-me de demónios que teimam em pôr-me triste e melindrosa. Com o coração apertado, é assim que fico quando me deixas à porta de casa.
Só tenho medo de deixar-te ir e não voltares porque momentos como aquele são raros e passam a correr.
Tenho medo que a distância te dê a desculpa perfeita para saltares do barco que é o nosso amor e que anda por mares perigosos e estranhos. Ele balança sem jeito de querer parar. Apenas possuímos o presente, meu anjo. Nem mil promessas irão acalmar o meu pequeno coração. Eu preciso de presença, de viagens de carro, de encostar a cabeça no teu ombro enquanto conduzes. Preciso da mão que escapa das mudanças para se encontrar por entre os meus dedos. Preciso de me apaixonar contigo por um filme, de inspirar o fumo branco mas tóxico de um cigarro que partilhamos, de estar para te oferecer o que quer que seja que esteja a comer, de rir de piadas em uníssono. Preciso de viagens em silêncio de mão dada e de olhos na estrada, do cantar em conjunto cada música que passa na rádio, de ouvir-te assobiar mesmo quando reclamo para que não o faças. E tudo porque é sinónimo de presença e faz-me acreditar de que estás comigo e connosco por entre beijos e palhaçadas, O nosso amor.
Fiz-te um pequeno mimo para que cada vez que duvides tenhas algo em que te apoiar. Uma folha com textos que datam 2011, que datam o começo da nossa aventura até agora. Não foi feito para te compensar mas sim para que me sintas contigo. Foi escrito à mão e com amor. São palavras saídas da alma e do coração e são para ti, sempre para ti e para o nosso amor! É um amor puro e verdadeiro que me leva a planear um futuro: o casamento, a casa, o bebé, as viagens que faremos, as guerras. É tão fácil amar-te assim como é sonhar.

" Só te quero dizer que tu vales a pena, que tu vales um sorriso, um abraço ou um beijo. Tu vales uma vida. Tu vales todas as batalhas, todas as lágrimas, todo o tempo perdido. Tu vales e mereces toda a luta pelo nosso amor, pela nossa vida. Tu vales ... Amo-te com todo o significado desta simples e tão grande palavra " - Tarzan

O nosso amor é um combate!
Cassandra Lovelace

Clandestino


A noite vinha fria
Negras sombras a rondavam
Era meia-noite
E o meu amor tardava
A nossa casa, a nossa vida
Foi de novo revirada
À meia-noite
O meu amor não estava
Ai, eu não sei aonde ele está
Se à nossa casa voltará
Foi esse o nosso compromisso
E acaso nos tocar o azar
O combinado é não esperar
Que o nosso amor é clandestino
Com o bebé, escondida,
Quis lá eu saber, esperei
Era meia-noite
E o meu amor tardava
E arranhada pelas silvas
Sei lá eu o que desejei:
Não voltar nunca...
Amantes, outra casa...
E quando ele por fim chegou
Trazia as flores que apanhou
E um brinquedo pró menino
E quando a guarda apontou
Fui eu quem o abraçou
Que o nosso amor é clandestino
Deolinda

Boo

Bateres me à porta veio salvar-me o dia. Obrigado minha Dy, pelo café, pelas novidades, pelo cigarro e pela pastilha. És, sem dúvida, A amiga. Amo-te de coração cheio!

sábado, agosto 25

Verdadeiras e bonitas palavras

És o único anjo que eu preciso
Terás sempre um mimo meu
Serei para sempre teu, serei para sempre nosso
Mereces infinitos beijos de bochecha... os outros são tantos mais.
És a melhor que podia e posso ter
E andámos, andámos e tivemos que cair nas palavras bonitas sobre o nosso amor.. na verdade, é o que nos resta para que este não morra.. por falta de oxigénio.

sexta-feira, agosto 24

Nem perdida nem achada IX



«9
Acordei sobressaltada com o som estridente do despertador. 7 am. Senti-me assustada e com o coração aos saltos. Acabei por concluir que tinha estado a sonhar. Fechei os olhos num esforço de me fazer recordar o sonho e acabei por ter um flash do mesmo.
Eu via-me correr. Não estava no meu corpo mas sentia a adrenalina da corrida, o desespero e a dor causada por cada passo no asfalto. Sabia apenas que tinha que correr pois alguém me perseguia. Ganhei coragem e olhei para trás. Chen, proferi como um suspiro. O seu rosto deformado pela raiva, os olhos negros e sedentos de vingança deram-me pujança para correr ainda mais depressa. Deram-me força. Obriguei-me a abrir os olhos pois já não me lembrava de mais nada. Dirigi-me à casa de banho para um duche rápido e pensei 'Foi só um sonho, Alice! Um sonho!'. Vesti-me rapidamente e olhei o relógio de pulso. 7h30 am. Num salto, peguei nas chaves e na outra mão, a minha única mala. Já no rés-do-chão, cumprimentei o senhorio e avisei-o da minha estadia em Portugal.
- Miss, be careful! - proferiu com uma expressão soturna.
- Don'te worry, Mr Nack. I'll be back - proclamei, sorrindo com a sua preocupação paternal.
Chamei um táxi que me levou ao aeroporto. Mal dei dois passos, constatei que este estava a abarrotar de gente. 'Mau dia para viajar' pensei. Depois de muitos encontrões e pedidos de desculpa, consegui fazer o check in e embarcar. O voo irá ser longo e por isso, decidi que iria pôr ideias em ordem, planear a minha estadia e por fim, dormir um pouco. Antes de cair num sono leve, decidi que não voltaria para o meu apartamento mas que iria dirigir-me à casa de Emma. Visitaria Jen na prisão. O Ballet ficaria para segundo plano, pelo menos durante a minha estadia em Portugal. Decidi também procurar por Maggie. E o que não consegui decidir foi a duração da minha estadia, tudo iria depender do tempo a que demoraria a resolver certas questões... Se calhar até o bebé de Emma nascer. Depois de comer alguma coisa, peguei num livro de bolso e comecei a devorá-lo.
O tempo de viagem passou-se e confesso que foi doloroso. Por fim, já tinha aterrado. Deambulei à procura da minha mala e quando a encontrei apressei-me a sair do aeroporto.
Dei um assobio alto mas eficaz e num gesto rápido entrei num táxi e proferi a morada de Emma e num recorde de tempo absurdo devido ao pé pesado do taxista, estava eu defronte a um portão magistral e de cor esverdeada a separar-me de uma bela mansão. Confesso que fiquei admirada com tamanha magnitude e luxo mas lá caí na realidade e aproximei-me de um intercomunicador e toquei à campainha. Esperei meramente uns segundos quando uma voz grave se fez ouvir no intercomunicador:
- Mansão La Fontaine, que deseja?
- La Fontaine? Se calhar enganei-me na morada. Sabe dizer-me onde mora Emma Werkraft?
- Werkraft? Ah, a Senhora. Sim, sim mas esse é o apelido de solteira da Senhora. Agora, a Semhora é La Fontaine. 
- Bem, afinal, não me enganei. O meu nome é Alice Van der Vall e creio que a Emma me espera.
- Certo, Miss Alice. Vou apresentá-la.
Assim que o Senhor proferiu estas palavras, deixei de ouvir a partir do intercomunicador. Tentava,  pondo-me em bicos de pés, observar a mansão que se avistava a uns 50 metros do imponente portão que separava a propriedade La Fontaine da rua quando ouço o ranger irritante do portão a abrir-se. Peguei na minha mala e ao ver o quanto que tinha de andar, inspirei fundo e ganhei coragem para caminhar sobre o sol escaldante e a gravilha branca como neve.
Já de frente para a imponente casa, deslumbrei Emm a descer as escadas num passo apressado e com um semblante redondo. Estava linda naquela fase da gravidez e num salto, atirou-se para os meus braços.
Emma - Oh Alice, estás tão linda! Estás diferente!
Alice - E tu, estás grávida!! Como foi isso acontecer?
Emma - Queres que te faça um desenho? - proferiu gesticulando com uma mão um buraco e com a outra, esticou um dedo.
Soltámos um gargalhada em uníssono e mais uns quantos abraços quando o Sam apareceu atrás dela com um sorriso de orelha a orelha.
Alice - Meu deus, Sam! Estás muito diferente. Estás paternal!
Sam - Ahah, que piada, Alice! Estava eu no escritório e distraíram-me com tanto grito de histeria e calculei que tivesses chegado.
Alice - Mas, eu não vos avisei que vinha!
Emma - Alice, o meu marido é dono do aeroporto! Por isso, foste apanhada!
Alice - A sério?
Sam - Sim, rapariga! E sim, também estás muito diferente. Estás com uma postura mais elegante! Vá, conta-nos o que andaste a fazer por Nova Iorque?
Emma- Sam, ela deve estar cansada. Vamos deixa-la descansar.
Alice - Na verdade, não estou!
Sam - Então, vamos entrando! Não vamos ficar à porta de casa.
Alice - Casa? Mansão! Ahah
Sam agarrou na minha mala contra a minha vontade e ia à nossa frente enquanto Emma me contava fofoquises.
Emma - Sim e como te estava a dizer, ela agora divorciou-se e pronto. Mas já anda na noite. E os filhos ficam em casa.
Deixei de a ouvir assim que pus o pé no hall de entrada. Fiquei apaixonada pela mesa que se situava mesmo no meio do cenário, tinha três estátuas. O cego, surdo e mudo personificadas em crianças. Emma continuava a debitar as novidades mas fiquei de queixo caído com a mobília em volta. Parecia tudo ser do séc.XVI e eu sou apaixonada por essa altura. Continuei a seguir Sam enquanto Emma proclamou que iria ver de algo para lancharmos e este levou-me ao quarto de visitas. E se me apaixonei pelo hall de entrada, então pelo quarto não sei o que aconteceu.
Sam- Espero que gostes! Não é nada de luxuoso mas isto era um sótão como podes reparar e decidimos fazer mais um andar para cima para esse efeito e deixar este andar para os quartos. Alice, estás a ouvir-me?
Alice- Ahm... sim, estou. Adoro! Adoro o que fizeste com esta casa.
Sam- Fizemos! Quer dizer, eu paguei e mobilei juntamente com uns amigos mas como sabes foi a Emma que escolheu tudo!
Alice- A sério? Está tudo perfeito!
Sam- Sabes, ela é decoradora de interiores por isso, tem o seu mérito.
Alice- A sério? Eu não sabia! Na carta ela só contou do casamento, do bebé e do sonho dela.
Sam- Qual sonho?
Alice- Ahm, já não me lembro lá muito bem, Sam!
Sam- Então, porque vieste?
Alice- Achei que estava na altura de voltar. Nem que fosse só para assistir ao nascimento do bebé.
Sam- Alice, é um rapaz.
Alice- Parabéns!
Sam- Bem, a Emma já está a chamar por nós. Deixo aqui a tua mala ao lado da cama e vamos comer alguma coisa.
Alice- Bem, eu já desço. Vou só à casa de banho.
Sam- Para não te perderes, assim que desceres as escadas viraste para a frente das escadas e andas um pouco, viras à esquerda e depois andas uns cinco metros e pronto.
Alice- Só isso?
Sam- Sim! Não fiz disto um labirinto. Bem, ate já.
Assim que Sam saiu do quarto, de um salto atirei-me para cima da cama para testar o colchão! 'Perfeito' proferi com um sorriso largo. E reparei no espelho em frente à cama, olhei-me e estava um desastre. Tinha umas olheiras enorme e o cabelo cheio de volume. Decidi ir à casa de banho refrescar-me e mudar de roupa. Num instante, estava já a descer as escadas e segui em frente. Virei à esquerda e abri a porta. Estranhei ver uma secretária, um sofá e umas estantes cheias de livros.
- Porra, estou no escritório dele!
Decidi dar uma olhada nos livros e ver se algum me interessava, quando vi um dossier com o nome 'Energia' e a primeira coisa que me veio à cabeça foi o bar. Ouvi chamarem por mim e decidi sair do escritório e mostrar-me.
Emma- Então, não ouviste a explicação do Sam?
Alice- Sim ouvi mas distraída como sou, em vez de virar-me de frente para as escadas, continuei em frente.
Emma- Aquele é o escritório do pai do Sam.
Alice- Mas eles vivem convosco?
Emma- Não, claro que não. Mas quando ele vêm cá, o Sam e ele vão para lá. E é só o pai dele. A mãe de Sam morreu à uns meses de cancro da mama.
Alice- Lamento!
Emma- Bem, reparaste no caminho? Ou terei que andar a mostrar-te a casa?
Alice- Acho que deves mostrar-me a casa mas só depois de devorar este bolo de chocolate e o chá.

(Eles voltaram e desta vez é para pôr um fim e Continua!)
Cassandra Lovelace


quinta-feira, agosto 23

Pequenos Presentes






Fansign é uma combinação do link do nome do vosso blog com uma imagem que se adeqúe ao conceito do Blog. Esta foi a minha primeira experiência e tudo porque quis dar um mimo à Inn! E pensei porque não?! E além daqueles que me pediram tomei a liberdade de oferecer um à Emilie Lorena (Expecto Patronum) e outro à LEAH (Sou pequena mas chego ao teu coração) porque senti necessidade de o fazer, nem sei explicar. Quem quiser fazer-me um, está à vontade! Quem quiser que eu lhe faça, basta deixar comentário. Confesso que gostei da experiência!! 
Beijos 
Cassandra Lovelace

quarta-feira, agosto 22

Fansign

Este é o meu novo fundo. E porque estou fazendo um post sobre o meu fundo, se está como fundo e nao precisaria de fazer um post sobre ele? Simples! Teve origem na brilhante ideia da Inn Gray sobre os Fansign! Como estava com sede de mudança, pensei 'porque não?' e adorei!! Irei retribuir o gesto à Inn e por isso, já que me vou aventurar ... quem quiser um meu pode deixar mensagem neste post que irei fazê-lo com todo o carinho! 
Beijos, Cassandra Lovelace

segunda-feira, agosto 20

Continuamos por entre ausências

Vinte.
Lado a lado, sorrindo de uma piada qualquer, por entre cafeína e cigarros tu olhaste-me nos olhos e disseste  sorrindo 'Queres namorar comigo?' e eu incrédula disse 'A sério?' e tu acenaste suavemente com a cabeça e de um salto, envolvi-te nos meus braços acabando por me perder nos teus lábios. E aí a nossa aventura começou! Estou preenchida pela dor da tua ausência. E quando estamos juntos, tu és o gladiador que a expulsa do meu coração! E infelizmente, o nosso futuro não têm chão certo e isso está a afectar o nosso presente que mesmo com ausências, nós continuamos! Temos é que espicaçar isto, meu Tarzan. E eu sei que não queres desistir, eu não quero! Temos que ter paciência e fé na força do nosso amor.
Cassandra Lovelace