segunda-feira, fevereiro 9

Talvez precise de alguém que me diga genuinamente "deita cá para fora". Que esteja disposta a ouvir os meus dramas, a ouvir as minhas piadas mórbidas, a ouvir as minhas gargalhadas... Acima de tudo, que esteja disposta a mostrar-me o seu mundo, a falar do seu trabalho com gosto, a deixar-me falar do meu trabalho... Talvez precise de alguém "novo". Talvez precise de alguém que me veja com olhos de ver em toda a minha essência, que queira descobrir cada recanto meu para deixar um pedaço seu. Talvez, talvez, ou sim ou sopas. Estarei eu farta de estar sozinha, apesar de não me sentir sozinha, ou estarei eu a precisar de alguém? Eis a questão. É importante salientar na minha mente que voltar ao passado não conta. Preciso de deixar pessoas para trás nesse campo e por incrível que possa parecer, só agora me sinto capaz de te deixar ir, Tarzan. Ultrapassaste os meus limites. Boa viagem, sê feliz e que eu esteja cá para te ver!
Cassandra

sexta-feira, fevereiro 6

Primeiro semestre: DONE!

O 3º ano está a revelar-se diferente. Um pouco mais trabalhoso, um pouco com mais detalhe, requer que façamos as coisas de olhos bem abertos. Este primeiro semestre foi, sem dúvida, o mais louco até agora. Nunca me senti tão desorientada na minha vida e a isso, agradeço à agenda que comprei! E às minhas amigas. Acabei este semestre por frequências mas no entanto tenho uma pedra no sapato... Biofísica e Bioquímica do 1º ano. E estou determinada a dar cabo dela mas estou arrependida de não ter ido às aulas porque não me dava jeito. E assim foi... Agora ando a bater com a cabeça nas paredes! Com o constante pensamento "porque raio não te levantas-te para ir às aulas". Agora custa! Estou empenhada mas tenho duas vozes na minha cabeça ... uma que me diz "esforçaste-te tanto! Mereces descansar! Deixa isso para o próximo ano" e outra que me diz "e se não consegues? E se depois ficas um ano por causa dessa cadeira?" E assim ando eu, a bater com a cabeça nas paredes.

domingo, fevereiro 1

Ai que estou a delirar

Já vejo o mar a crescer
Onda gigante a varrer
Só vejo corpos a boiar

Vejo a cidade a ruir
E o chão que se está a abrir
Só oiço gente a gritar

Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

Já vejo a vida a fugir
Da força de resistir
Já não consegue respirar

Do céu eu vejo descer
O fim em cargas a arder
Já ouço a terra estoirar

Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

Ai, que eu estou a delirar
O que é que eu estou a inventar?
Não vos quis impressionar
São tudo fantasias que o cinema projectou no meu olhar
São as velhas profecias que o vidente deixou escrito para assustar

Não vos quis impressionar
Não vos quis impressionar
Impressionar...

Impressionar...
Visões ficções (cliquem para ouvir)
António Variaçõs

segunda-feira, janeiro 26

Nunca se estuda para dez... mas quando a frequência passa só pensas que seja pelo menos dez porque já estou cansada.

sábado, janeiro 24

A precisar urgentemente de relaxar.

sábado, janeiro 17

Achei por bem que ficasse registado: deixei de fumar.
Há uma paz que só Foals me conseguem transmitir.

sexta-feira, janeiro 16

Que tal começar por tentar perceber que raio te deu, Cass?
Deixa o Gin. Não foi boa ideia.
Ataques de pânico. É a pressão. Acalma-te, Cassandra.
Sobrevivendo