quinta-feira, novembro 3


"STOP, WAIT A SEC. WHEN YOU LOOK AT ME LIKE THAT, MY DARLING, WHAT DID YOU EXPECT? I’D PROBABLY STILL ADORE YOU WITH YOUR HANDS AROUND MY NECK. OR I DID, LAST TIME I CHECKED. (…) I’M GOING BACK TO 505."

Arctic Monkeys - 505
Ao menos, podiam avisar que receberam o email... Esta espera mata-me!

quarta-feira, outubro 12

Esta espera está a matar-me. Aos poucos. A estilhaçar a minha confiança, a minha força de vontade e positivismo (e ele já é pouco). A paciência está a esgotar-se e tudo por uma questão de papelada. Sinto-me amarrada a uma cadeira, sem poder mexer-me, sem poder fazer a minha vida. Adicionar isso ao fato que voltei à casa dos meus pais e à tua ausente presença. Sinto-me a desvanecer a cada dia que passa sem poder ser eu própria, sem controlo na minha vida. 
Foda-se.
Literalmente.

quarta-feira, outubro 5

Não me dou conta (se calhar até dou...) que sou dependente de ti. Não que precise de ti para sobreviver. Eu preciso de ti para não enlouquecer. És a minha sanidade mental. E isso, meu amigo, é o pior vício de sempre.
Um turbilhão de ideias.
Um furacão de sentimentos.
É um fervilhar que queima a alma.
E doí. Doí muito.
Eu amo-te. Sem razão. Sem consciência. De corpo e alma. Por inteiro.

sábado, agosto 27

Disse-te o que me andava a incomodar... só lamento não ter visto a tua cara. A tua expressão ao saber o que me andava a tirar o sono à noite. Dúvidas. Muitas dúvidas. Sinto falta da tua dedicação. És importante para mim, demasiado...

domingo, julho 31

desassossego XXX


101. 
Se a nossa vida fosse um eterno estar-à-janela, se assim ficássemos, como um fumo parado, sempre, tendo sempre o mesmo momento de crespúsculo dolorindo a curva dos montes. Se assim ficássemos para além de sempre! Se ao menos, aquém da impossibilidade, assim pudéssemos quedar-nos, sem que cometêssemos uma acção, sem que os nossos lábios pálidos pecassem mais palavras! Olha como vai escurecendo!... O sossego positivo de tudo enche-me de raiva, de qualquer coisa que é o travo no sabor da aspiração. Dói-me a alma... Um traço lento de fumo ergue-se e dispersa-se lá longe... Um tédio inquieto faz-me não pensar mais em ti... Tão supérfluo tudo! Nós e o mundo e o mistério de ambos.

Só de nós.

Se tu és dono dela
e ela é dona de ti

Se tens vergonha dela
e ela também de ti

Então és dono dela
e ela é dona de ti

E cada amigo dela faz nascer o mal que há em ti
Se tens vergonha do que fazem só os dois

Se tens vergonha do que fazem só os dois
De cada amigo dela vem-te o medo que a façam depois

Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti
Se o que tu queres dela ela te diz que é só de ti

Então o que ela quer tu crês que também podes querer para ti

sábado, abril 2

Dia não.
Quando o corpo se ressente.